quarta-feira, novembro 07, 2007
Universidades
Desenganem-se os mais descuidados, neste mundo que é a universidade de que, só os bons e que tiram melhores notas são os mais cotados em termos de mercado de trabalho, outrora era assim, agora com o o novo modelo, o Bolonha, não há remédio para fortes e fracos, a existência dos chamados testes americanos que formam competências pela vocação e menos pelas horas de marranço e valorização das classificações é feito de modo diferente… agora um doutor de uma área cientifica, é um projectista que tem que parir ideias, equivalente a um engenheiro, por exemplo no meu curso, Biologia os doutorados que têm para cima de 15, 16 valores podem ter alguma sorte no futuro, mas os 13, 14 e 15 equivalentes a um 12, 11, 10 valores têm a oportunidade de experimentar diferentes fontes empresariais, de serviço publico de investigação, é preciso projectar para o exterior que não há nada de mais valoroso que o curriculum académico, que não é feito só com a classificação final e as horas que empreendeu na vida académica, isto em relação ao estudo honesto, á que derrubar barreiras, destruir os que pensam que são valorizados apenas pela média final e dar-lhes a conhecer o novo sistema ou nova reforma de ensino, que é distribuída com diferentes pesos, em publicações, palestras, presença em associações, encontros, congressos que lhes aumentem a formação cientifica e que se voltem para o futuro e compreenderem que as portas que estão abertas para todos, acima de tudo é preciso ter imaginação e criatividade para pôr hipóteses com consistência onde ninguém as tomou, as hipóteses e a formulação destas, causa do insucesso de alunos que andam á vários anos na vida académica, como a minha, mas que ao estarem á vários anos tiveram a oportunidade de ver a evolução do ensino e a sua acreditação em termos classificativos. É preciso empreender com imaginação e conteúdo para podermos dar vazão á falta de criatividade que existe em termos de exigência física-mental e prosperarmos o nosso país ou prestigiarmo-lo lá fora, porque os portugueses são inteligentes e para a área geográfica que é pequena e a pouca exigência que este país dá aos investigadores, os levam á procura de novos horizontes. Há um português em cada espacinho do mundo como á portugueses a fazerem parte de grandes equipas de investigação no estrangeiro e que muitos desconhecem o valor que têm e que é preponderante para o avançar tecnológico- cientifico a acompanhar a nossa vivência enquanto permanecemos por cá
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