Deparamo-nos com coisas impensáveis que se passam á nossa volta e que esquecemos rapidamente, como exemplo, vou entrar pelo meio da politica e dar um exemplo da fraternidade e bondade que existe entre políticos de partidos e ideais diferentes ou com liberdade de escolha mesmo pertencendo aos partidos e representando mesmo câmaras importantes como é o caso a de Ponte de Lima… assim as amizades e assim o desperdício de decisões das massas populares que elegem os produtos da nossa economia e politicas, que elegem os homens da massa que vivem só e só mesmo com a classe que eles próprios representam e se dizem voltados para o interesse da democracia e bem estar das populações… foi assim á uns anos pela época da regionalização que o então presidente de Ponte de Lima teve a triste inocência de vender um voto que fez a diferença na decisão e inversão dos papéis que assim o deveriam determinar como "traidor" ao seu partido e considerado eleitor simples e cidadão exemplar, mas não para um simples jovem eleitor como eu… a verdade é que ele passou a ser independente e ajudou o governo socialista a ter posição positiva em relação ao orçamento de estado socialista e por interesses inerentes aos interesses da sua região e em particular do seu concelho negociou o voto em troca de duas IP´s(itnerários principais) e outras regalias em prol do desenvolvimento do concelho que ainda hoje representa. A diferença entre o que era e devia ter sido…a banalização do que somos nós porque os elegemos e quando estão prontificados a fazer o que querem, fazem e isso por vezes não tem retorno possível porque são assinados protocolos que são difíceis de alterar. Somos nós, pessoas do vulgo popular, que temos que viver com elas, as politicas e com os que a fazem
Pensemos nisto!!!
segunda-feira, outubro 29, 2007
A Igreja
Sou um habitué frequentador da igreja católica, mas tenho algumas divergências em relação ao desenrolar da acção ministrada pelo chefe da assembleia dominical, proferida por estes e com aceitação por parte dos fiéis, nunca desfazendo a questão do mistério dos acontecimentos na história desta, dos problemas que a igreja teve, como exemplo da inquisição e perseguição a homens da ciência e a quem discordava com as acções da igreja nos seus primórdios, são coisas que sempre assombraram e hão de assombrar a igreja católica, a imposição de uma doutrina que não é aceite por todos, mas não querendo entrar pela parte histórica e dos mecanismos, vou falar do desenrolar da solenidade a que hoje assisti e que vai de encontro ao saber popular das pessoas que conseguirem chegar ao encontro do que quero explicitar sem romper e muito menos estar a desfazer na igreja que já tem problemas que cheguem e á desilusão dos padres que vêem cada vez a igreja menos habitada e quando habitada é por níveis etários superiores, mais explicitamente os a classe idosa… o meu ponto de vista aqui vai… o retratamento que se faz da igreja a este nível é viável e marcado pelo conformismo, e talvez inseguranças que as pessoas têm na vida para recorrerem a esse tipo de doutrina, é contrastante com artigos que li e discuti com colegas meus e a minha opinião pessoal sem famigerar nenhum tópico do que quero expressar e apenas dar uma nova visualização ao que hoje ouvi… passo a desmistificar…. Na igreja solene dos domingos na oração começa com o padre:
“Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”…
“A graça de Deus esteja convosco”
Seguem-se duas leituras…
Uma de boa fé da circunstância de nossos dias, outra do envangelho enviada ao povo Corintius, podia ser aos fariseus ou a outra população étnica daquele tempo….
Segue-se a parábola que foi escolhida para o tempo solene que se manifesta e há uma pequena dissertação da conjuntura do que foi lido, da parábola, seguem-se por cânticos intermeios, “Senhor tende piedade de nós”…” e o sinal da cruz de gesto na testa, na boca e o sinal no peito, as dádivas que os fiéis podem dar e o abençoar do pão e do vinho, o cumprimento entre os fiéis… “a paz de Cristo esteja connosco, o amor de Cristo nos uniu, saudemo-nos na paz de Cristo”, o Pai nosso e procede-se a distribuição da hóstia, uma mensagem de agenda e o finalizar com o sinal da cruz o cumprimento de mais um domingo de cumprido…
Com tudo isto, vou amplificar o que realmente quero dizer… a graça de deus investe em mim numa maneira jucosa de presentear os bons fiéis que foram e deram lugar a mais uma missa, o gozo de deus e o preceito de ser engraçado pertencer a uma religião que é a que tem mais domínio num vasto mapa que é o planisfério onde a maior representatividade de dominância da religião é a católica com foco na América, os dominadores/destruidores desta humanidade… depois ponho em evidência a questão politica, em que naquela altura temporal havia grande proliferação de étnias que ainda hoje existem como o caso de Israel e da Palestina, que 2007 anos depois do nascimento de Cristo continuam a lutar intensamente pelo pertencer e de não haver fronteiras criadas entre os dois sectores, antigamente eram muitas e alguém deve ter dado o grito de que as comunidades étnicas unidas podiam pervalecer e acabar-se com a guerra entre esses povos… voltando á literlugia da palavra, houve um pensador que expressava a sua doutrina, o seu pensamento, alguém culto e com estratégia para tentar massificar as populações e pacificar as ideologias das etnias, o sinal da cruz que o padre emite e os fiéis contextualizam na oração, na testa e na boca que me faz antever que os maiores pecadores são os padres, sinal da cruz que significa por este sinal da cruz vou calar a minha consciência em relação á verdade que eu sei do que foi a actividade da religião ao longo dos tempos, a igreja conservadora que perseguiu as chamadas bruxas que pertenciam a ceitas e que eram pelo preconceito da época, as filhas do diabo e que mereciam ser queimadas na fogueira e o que mais me convoca a escrever sobre este tema é a relação religião-familia… é sabido que Deus disse um dia que nos queria á imagem e semelhança D´Ele, então o que toda a gente sabe é que a religião não é mais que uma politica de gestão da educação dos pais em relação aos filhos, tendo o valor paternal pertencer mais ao pai a gestão dos filhos, pois como chefe de família, tem o dever de dar a educação primordial á vez da mulher que é uma escrava do trabalho de casa, os filhos são educados a adorar o senhor nosso pai e a dever-lhe o favor de nos ter trazido ao mundo… esse meio de ver a situação não passa de ser uma educação conservadora, com pouca saída em termos evolutivos da mente humana, sermos escravos de nós e dos outros e levarmos uma vivenda de sofrimento e dor, não seria bem melhor se não tivéssemos, nós como papel de filhos no seio familiar de escolher a nossa própria ideologia, trajecto, percurso, o que lhe quizermos chamar e traçar objectivos para nós mesmo que não fossem os mais correctos? Sempre ouvi dizer… a errar é que se aprende…
“Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”…
“A graça de Deus esteja convosco”
Seguem-se duas leituras…
Uma de boa fé da circunstância de nossos dias, outra do envangelho enviada ao povo Corintius, podia ser aos fariseus ou a outra população étnica daquele tempo….
Segue-se a parábola que foi escolhida para o tempo solene que se manifesta e há uma pequena dissertação da conjuntura do que foi lido, da parábola, seguem-se por cânticos intermeios, “Senhor tende piedade de nós”…” e o sinal da cruz de gesto na testa, na boca e o sinal no peito, as dádivas que os fiéis podem dar e o abençoar do pão e do vinho, o cumprimento entre os fiéis… “a paz de Cristo esteja connosco, o amor de Cristo nos uniu, saudemo-nos na paz de Cristo”, o Pai nosso e procede-se a distribuição da hóstia, uma mensagem de agenda e o finalizar com o sinal da cruz o cumprimento de mais um domingo de cumprido…
Com tudo isto, vou amplificar o que realmente quero dizer… a graça de deus investe em mim numa maneira jucosa de presentear os bons fiéis que foram e deram lugar a mais uma missa, o gozo de deus e o preceito de ser engraçado pertencer a uma religião que é a que tem mais domínio num vasto mapa que é o planisfério onde a maior representatividade de dominância da religião é a católica com foco na América, os dominadores/destruidores desta humanidade… depois ponho em evidência a questão politica, em que naquela altura temporal havia grande proliferação de étnias que ainda hoje existem como o caso de Israel e da Palestina, que 2007 anos depois do nascimento de Cristo continuam a lutar intensamente pelo pertencer e de não haver fronteiras criadas entre os dois sectores, antigamente eram muitas e alguém deve ter dado o grito de que as comunidades étnicas unidas podiam pervalecer e acabar-se com a guerra entre esses povos… voltando á literlugia da palavra, houve um pensador que expressava a sua doutrina, o seu pensamento, alguém culto e com estratégia para tentar massificar as populações e pacificar as ideologias das etnias, o sinal da cruz que o padre emite e os fiéis contextualizam na oração, na testa e na boca que me faz antever que os maiores pecadores são os padres, sinal da cruz que significa por este sinal da cruz vou calar a minha consciência em relação á verdade que eu sei do que foi a actividade da religião ao longo dos tempos, a igreja conservadora que perseguiu as chamadas bruxas que pertenciam a ceitas e que eram pelo preconceito da época, as filhas do diabo e que mereciam ser queimadas na fogueira e o que mais me convoca a escrever sobre este tema é a relação religião-familia… é sabido que Deus disse um dia que nos queria á imagem e semelhança D´Ele, então o que toda a gente sabe é que a religião não é mais que uma politica de gestão da educação dos pais em relação aos filhos, tendo o valor paternal pertencer mais ao pai a gestão dos filhos, pois como chefe de família, tem o dever de dar a educação primordial á vez da mulher que é uma escrava do trabalho de casa, os filhos são educados a adorar o senhor nosso pai e a dever-lhe o favor de nos ter trazido ao mundo… esse meio de ver a situação não passa de ser uma educação conservadora, com pouca saída em termos evolutivos da mente humana, sermos escravos de nós e dos outros e levarmos uma vivenda de sofrimento e dor, não seria bem melhor se não tivéssemos, nós como papel de filhos no seio familiar de escolher a nossa própria ideologia, trajecto, percurso, o que lhe quizermos chamar e traçar objectivos para nós mesmo que não fossem os mais correctos? Sempre ouvi dizer… a errar é que se aprende…
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